INSUFICIENCIA MITRAL: incompetencia da valvula mitral. Refluxo de sangue do VE p/ AE durante a sístole ventricular.  Etiologia: febre reumática, prolapso valvula mitral,cardiomiopatia dilatada, isquemia. QC: assinto­mática;  quando não consegue manter o DC: fadiga, fra­queza, sintomas da IC (edema, ascite, edema agudo de pulmão).. sintomas da insuf. Mitral são semelhantes ao da  estenose mitral ; sinais : isnpeçao e palpaçao do pre­cordio : abalulamento precordial : presente em toda re­gião precordial . Ictus cordis : desviado para baixo e late­ralmente a linha hemiclavicular esquerda , para o quinto intercosto esquerdo nas crianças , e para o sexto  para os adultos culpuliforme maior que 2 poupas digitais . Re­tração sistolica e fremito sistolico na ponta . Ausculta: o sopro sistolico da insuf mitral tem foco de maior intesi­dade correspondente ao foco mitral ,podendo ser proto­sistolico  ou holosistolico que e mais frequente , inteso de altura grave porem menor comparativamente ao ruflar  decrescente, com ou sem irradiaçao para infra axilar es­querda , podendo atingir ate o dorso e a face lateral di­reita do torax , constituindo o chamado sopro sistolico circular . Exame: ECG: sobrecarga do VE, AE e VD na fase + tardia. Rx: cardiomegalia, calcificação do anel da valva. ECO: dá c/ maior certeza etiologia da insuficiência mitral diagnostico : anatomico insuf mitral com ou sem dialtaçao do ventriculo esquerdo e da art pulmonar e do ventriculo direito . funcional  :ICC presente ou não cor pulmonale cronico secundario presente ou não  .etiologico : enfermidade reumatica. TTO:melhorar oxi­genacao paciente.

 

INSUFICIENCIA AORTICA: Etiologia: Reumatica, Endocardite Bacteriana, Trauma, Disscção aortica aguda, sifilis, EA, congenita. Fisiopatologia: a Insuficiência aorta permite um refluxo de sangue da aorta p/ o VE na diástole ventricular, levando a um ­ de volume de san­gue na diástole, e uma dilatação do ventrículo c/o meca­nismo de adaptação. Qto > a dilatação, + a fibra se dis­tende, > a força de contração desata fibra p/ manter o débito. Isso enquanto o músculo cardíaco está em boas condições (fase assintomática), ocorre q. a fibra tem seu limite de distensão após isso a fibra perde sua função instalando uma insuficiência c/ queda do DC.  Sinto­mas: palidez presente ou não , pulsatibilidade exagerada das arterias , angina de peito, IC .sinais : inspeçao e pal­paçao abaulamento precordial retraçoes sistolicas peria­pexianas e epigastricas e ictus cordis apresentam desvio mais pronunciado para esquerda e para baixo . Fremito diastolico no foco aortico.Danças das arterias, Sinal de Musset. Pulso de Corrigan(martelo dágua) . . Sinal de Felleti . Pulso popliteo percusao : aumento do limite es­querdo com aumento do limite direito no segundo inter­costo . ausculta : sopro holodiastolico no FA e o sinal propedeutico fundamental da insf aortica , irradia se para a area mesocardica e para FM ,FT, FAA menos fre­quente .Sopro sistolico no foco mitral  por inconpetencia da mitral instalada pela dilataçao da via . Sopro protodi­astolico no FM sopro de Flint . Hiperfonese muscular na 1bulha no foco mitral ..Exames: RX: cardiomegalia VE, congestao pulmonar. ECG: sobrecarga do VE, arritmias. ECO: saber qdade de sangue no VE, mostra lesão valvar. Diagnostico  : anatomico  insuf aortica , hipertrofia ou dilataçao do ventriculo esquerdo dilataçao e alonga­mento da aorta . b) funcional  : angina de peito ou não , e se houver ICC  c) etiologico :  enfermidade reumatica , sifilitica , ou aterosclerose.TTO: assintomaticos c/VE nl(acompanhamento e digitalicos, vasodilatadores, diu­reticos); sintomaticos c/VE comprometido(cirurgico).

 

ESTENOSE AORTICA: Dificuldade no esvaziamento do ventriculo esquerdo. Etiologia: Dc.Reum;tica, dege­neracao senil(fibrose, deposito de calcio); causas menos comuns(dc virais, LES, hipercolesterolemia, dc reuma­toide) Fisiopatologia:  se tiver uma obstrução de saída do VE, o sangue tem dificuldade de sair e c/ isso vai ha­ver ¯ DC. P/ manter o débito p/ o organismo, o cora­ção­a força de contração levando a uma hipertrofia do VE e também haverá dilatação. É uma dça de evolução lenta, apresentando os sintomas tardios. C/o a válvula não está abrindo, normal/te vai haver uma gradiente de pressão, é importante pois quanto ­ gradiente de pres­são, ­ pressão na válvula,­ a estenose. Sintomas : a)sindrome de Adams Stocks  diminuiçao de o2 no cere­bro pode levar a forma vertioginosa , sincopal , ou epi­liptiforme . b) angina de peito aos esforços  . Sinais : a ) inspeçao e palpaçao : abaulamento precordial e retarçoes sistolicas periapexianas e epigastricas ; ictus cordis no 5 ou 6 intercosto esquerdo lateralmente a linha hemiclavi­cular e culpuliforme e de extensao maior que duas pol­pas digitais e mobilidade lateral ;  fremito sistolico  no FA  intenso , com irradiaçao para regiao ifraclavicular direita axila direita e pescoço para as carotidas externas principalmente direita .b)percução : aumento do limite infero esquerdo da area cardiaca .c)ausculta : o sopro holossistolico no FA e quase sempre intenso , grave , rude muitas vezes , principalmente na estenose congenita com timbre em serra , em maior intensidade no sentido do fluxo sang para as carotidas , subclavias ,e axilares , principalmente a direita alem da propagacao facilitada pelas costelas . Hiperfonese de Segunda bulha no foco Aortico . Hiperfonese muscular da primeira bulha no foco mitral. d)pulso arterial :pulso parvus e anacrotico , a intensidade do pulso art periferico e dimiuida em razao da menor distençao da aorta proximal dimuinuindo tam­bem a velocidade do fluxo sang e o impacto nas paredes arterias perifericas .e) pressao arterial : diminuiçao da pressao sistolica e aumento da diastolica Exames: Rx: cardiomegalia discreta, congestão pulmonar, VE aumen­tado, arco aortico dilatado. ECG: sobrecarga do VE e AE, inversão da onda T, arritmias, bloqueio do AV. ECO: medir o grau de hipertrofia e o gradiente de pres­são; cateterismo.TTO: assintomatico(evitar esportes, ati­vidade fisica estenuante, digitalico, diuretico, vasodilata­dores); sintomatico(cirurgico).Diagnostico : anatomico : estenose aortica , hipertrofia do VE .funcional : pre­sença ou não de sindrome de Adams  Stockes , angina de peito e da ICC  etiologico :  Reumatismal , congenita , aterosclerotica , na ordem de freq .

 

ESTENOSE MITRAL: Estreitamento da valvula mitral Etiologia: febre reumática, Calcificacao anel mitral, AR, Sd carcinóide. Patogenia: a fusão dos folhetos valvares, das cordas tendíneas são barreiras que dificulta a passa­gem de sangue do AE p/ VE. Tem uma barreira q. difi­culta a passagem de sangue, o átrio faz força e o sangue não consegue passar, acumula um volume residual q. vai ­ a pressão no AE. C/o ­ da pressão o AE se distende e aumenta. A pressão ­ transmite p/ região pulmonar, ocorrendo ­ da pressão do capilar pulmonar, tem dispnéia progressiva. O AE distendido tem-se distensão das fibras causando arritmias c/ fibrilação atrial. O exer­cício físico, stress, gravidez leva à descompensação cau­sando edema agudo de pulmão. Pode ter hemoptise, dor torácica, tromboembolismo. O AE ­ comprime o esô­fago (disfagia) e o nervo laringo recorrente (rouquidão). QC: sintomas:dispnéia de esforço, tosse, cianose, pal­pitação, hemoptise, embolia. Sinais;a)exame físico:fascies mitral, que se caracteriza pela cianose de lábios, do nariz e principalmente da pele, das maçãs do rosto.Nanismo mitral.b)Inspeção e palp.do precór­dio:abaulamento precordial.Ictus cordis:na criança é lo­calizado no quarto intercosto esquerdo, e no jovem no quinto intercosto esquerdo, na linha hemi clavicular ou mais comumente lateralmente a esta.Retração sistólica:todas decorrentes da maior proximidade do VD da parede toráxica.Frêmito diastólico junto ao ictus cordis(logo em seguida). Vibração dura de Bard:um choque seco, curto, junto com a elevação táctil do ictus. Pulsação sistólica e choque correspondenteà tensão de fechamento das vav.sigmóides, pulmonares no segundo dintercosto esquerdo.  C)Percussão:Alargamento além de 4cm da linha médio esternal, da submacicez ao nível do segundo e terceiro intercosto esquerdo q corresponde a dilat. Da art. Pulmonar. D)Ausculta: ritmo de Duro­ziez(ruflar protodiastólico decrescente, sopro pré sistólico crescente , hiperfonese valvular da 1 bulha, Se­gunda bulha e estálido de abertura da mitral).Irradiação próxima ao ictus cordis, até região infra axilar esquerda. Exames Complementares: ECG: sobrecarga do VD e AE, fibrilação atrial. Rx Tórax: edema, compressão do esôfago, pulmão congesto, AE ­. ECO: trombos endo­cardite bacteriana, localização da lesão na vál­vula.Diagnóstico:anatômico:estenose mitral, com ou sem dilatação do átrio esquerdo, com ou sem síndrome do cor pulmonale secundário.Funcional:insuficiência respiratória mista ou predominantemente alvéolo san­guínea, decorrenre da hipertensão venocapilar e pulmão mesenquimatoso reumático e síndrome de cor pulmonale crônico, fibrilação atrial presente ou não. Etiológico:enfermidade reumática e, raro estenose mitral congênita.TTO: assintomatico(acompanhamento clinico), sintomatico(cirurgico)

 

FEBRE REUMATICA: é uma dç inflamatória,de te­cido conectivo envolvendo multiplos orgaos, de evolu­ção crônica não supurativa, que se dá num período de tempo após uma infecção estreptocóccica. Patogenia: acs contra proteína M do estreptococos, pôr mecanismos auto-imune atacam constituintes do organismo hospe­deiro c/ estrutura semelhantes a esta proteína M. O perí­odo de tempo entre uma infecção estreptococica e a in­flamação reumática, compreende o tempo p/ produção de acs. Enquanto não houver reação Ag-Acs não haverá sintoma. A partir dessa reação surgirá 3 fases sucessivas: edematosa, proliferativa, cicatricial (nódulo de Aschoff). Criterio de Jones: Maiores(cardite, fenômenos articula­res, coréia, nódulos subcutâneos, eritema marginado). Menores(febre, artralgias, alongamento do espaço PR, ­do intervalo QT no ECG, ­ASLO, ­VHS, ­PCR Exame laboratoriais: ASLO­, ­VHS, leucocitose, neu­trofilia, desvio à esquerda, anisocitose, anemia discreta, PCR elevado, mucoproteína elevado, eletroforese de proteína (fase aguda: ¯ da albumina, ­de alfa 1 e alfa 2, fase crônica: ­ de gama. Formas clínicas: 1) surto ini­cial: a)infância < 7 anos: 1)cardite leve (taquicardia, dispnéia, palidez e cardiomegalia discreta) cardite grave (sopro) 2) coréia, 3) artralgia e artrites não freqüentes. Inespecíficos (perda de peso, epistaxe, dores abdomi­nais). b) adulto e adolescente: inicio: quadro articular se­guidos de manifestações cardíacas.  2) recorrente: cri­ses + comum nos 3 anos após 1o. surto, + rara após 5 anos após o surto inicial, raro após 20 anos de idade; Manifestações: mimetizando o surto inicial, vem + bran­dos, + manifestações articulares, + cardite. 3) Atividade reumática silenciosa: sintomas clínicos muito inespecí­ficos (dor articular, rigidez de nuca), negatividade labo­ratorial, ação histiocitária. Tratamento: 1) repouso leve ou absoluto, controle sorológico, ausência de febre, so­pros ausentes ou estacionários, ausência de novos so­pros, FC< 100bat/min, 2) Medida antibacteriana: penici­lina benzatina, se alérgico eritomicina, 3) medida anti-in­flamatória: AAS, corticóides (prednisona). Profilaxia: 1) penicilina benzatina (até 12 anos ou 27kg 600.000U 15/15dias durante 1-2anos depois 1x/mês até 18; > 12 anos ou 27kg 1200.000U 15/15dias 1-2anos depois 1x/mês pôr 5anos);

2) penicilina VO(cça<12 anos 250mg 2x/dia até 18 anos e cças> 12anos 500mg 2x/dia/5anos); se for alérgico eri­tromicina nas mesmas doses.

 

INSUFICIÊNCIA  CARDIACA: é uma síndrome cli­nica complexa, classicamente definida c/o falência do co­ração em suprir de modo adequado as necessidades me­tabólicas tissulares, ou faze-lo somente através de eleva­ção das pressões de enchimento (pressão diastólica). Mecanismo de adaptação da queda do DC: 1)­ da FC as custas de uma grande descarga adrenérgica; 2) re­distribuição do fluxo sangüíneo p/ nutrir tec. nobres (há uma descarga adrenérgica: ­da contratilidade mio­cárdica, vasoconstrição em um vaso e vasodilatação em outro); 3) ­do trabalho cardíaco: ­ da tensão da parede ventricular e consumo de O2; 4) Hipoperfusão tecidual; 5) Redução do fluxo sangüíneo renal (> reabsorção renal tubular de Na); 6) ­da secreção de renina: ativação do SRAA; 7) Liberação de arginina: vasopressina (ADH); 8) Redução da densidade e sensibilidade dos receptores beta-adrenérgicos; 9) Efeitos tóxicos diretos da noriepi­nefrina no miocárdio; 10) Potencial arritmogênico. Cau­sas da IC: 1) Sobrecarga da pressão: hipertensão arte­rial, sistêmica ou pulmonar primária ou secundária; este­nose das válvulas ou vias de saída dos ventrículos. 2) Sobrecarga de volume: insuficiência valvulares, shunt intra e extra cardíaco, infusão de líquidos. 3) Impedi­mento da motilidade: pericardite, miocardiopatias, tam­ponamento, tumor do miocárdio; 4) Arritmias: bradicar­dia, fibrilação, bloqueio AV, bloqueio no nó sino atrial; 5) ¯ da quantidade de sangue que chega ao coração: he­morragia, diurese exagerada pôr medicamentos; 6) So­brecarga relativa da musculatura de trabalho: pôr perda de fibras musculares ou debilidade do miocárdio de ori­gem química. Patogenia IC: 1) redistribuição da circu­lação renal: o fluxo cortical se desloca p/ néfrons justa­glomerulares, que são retentores de sódio e água -­vo­lemia, ­RV, ­DC. 2) ¯da taxa de filtração glomerular, porém a taxa de reabsorção tubular mantém-se cte. Há portanto, uma alteração no balanço glomérulo tubular c/ ­ da reabsorção hidrossalina. Cai o volume sangüíneo circulante, cai natriurese, ­ reabsorção renal de sódio. 3) queda do fluxo, a descarga simpática atua no aparelho justaglomerular: renina-angiostensinogênio-angiostensi­naI-ECA-angiostensinaII. Função da AgII: liberação de aldosterona, libera ADH, vasoconstrictor, ­reabsorção de sódio e água, descarga adrenérgica. Sintomas da IC: 1) dispnéia (gdes, médio e pequenos esforços; decúbito; paroxística noturna; edema agudo de pulmão, respiração de Cheyne Stokers-fases de apnéia e hiperventilação progressiva); 2) palpitação; 3) dor pré cordial; 4) tosse: seca, relacionado c/ o esforço físico e decúbito; produ­tiva-sanguinolenta ou ferruginosa; 5) sintomas gastroin­testinais: anorexia, náusea, vômitos, constipação, dispnéia, dor no hipocôndrio direito; 6) sintomas uriná­rios: oligúria, nictúria; 7) SNC: sonolência, cefaléia, perda da capacidade de concentração e irritabilidade; 8) ortopneia. Sinais da IC: depende do estágio da dç: 1) palidez, dispnéia; 2) estado de nutrição variável; 3) edema (mole, frio, depressivo, + em MMII, pode chegar anasarca); 4) estase jugular bilateral pulsátil (­da pressão venosa); 5) tórax: tiragem por edema de mucosa, ¯ da expansibilidade, ¯ FTV ou ausente, macicez ou submaci­cez, edema pleural, sinal de Signorelli, ausência do MV, estertores úmidos sub-creptantes; 6) abdome: hepatome­galia pôr congestão hepática, borda romba do fígado, as­cite, eventual esplenomegalia; 7) cianose de extremidades frias; 8) coração: cardiomegalia, desvio do ictus p/ es­querda e p/ baixo, sopro, arritmias, ritmo de galope; 9) pulso alternante; 10)taquicardia. Exames Complemen­tares: 1) RX tórax: área cardíaca ­, edema pulmonar in­tersticial, opacificação do hilo, apagamento dos gânglios costofrênicos, derrame pleurais. 2) eletrocardiograma. 3) ergometria: classificação da aptidão física, medida do consumo máximo de O2, determinação do limiar anae­róbico. 4) ECO: diagnóstico da dç subjacente, distúrbio anatomofuncional predominante, fç ventricular sistólica, fração de ejeção. 5) hemodinâmica: medidas pressóricas, cinecoronariografia, ventriculografia. Edema na IC:  na IC tem uma barreira e o coração fica falido como bomba. Assim para traz: hipertensão do capilar com congestão venosa e para frente: hipofluxo com débito cardíaco ¯, PA¯. A insuficiência do coração leva ¯ do DC, ­ da pressão do capilar dando congestão venosa com ­ da pressão hidrostática do capilar venoso, le­vando ao extravasamento de liquido = edema. Assim no insuficiência cardíaca o organismo abre mão de todos os mecanismo para manter o DC, através de retenção hi­drossalina, readaptando o VS e FC. A medida que a dç persiste e fator determinante não for corrigido, estes mesmo mecanismos que tem pôr finalidade manter o DC vão caracterizar a síndrome da IC. Sinais e Sintomas do edema na IC: congestão venosa ou passiva c/ ­ da pressão hidrostática capilar, retenção hidrossalina. O edema é mole, frio depressivo, em MMII, progredindo para anasarca. Edema agudo de pulmão na IC: Pato­genia: hipertensão capilar pulmonar + congestão venosa. Qto + acentuada a hipertensão, > a dificuldade de troca, ¯elasticidade pulmonar, hematose comprometida, hipó­xia ® dispnéia. Se a pressão hidrostática ­, extravasa li­quido causando edema intersticial, dá um­da pressão intersticial indo líquidos p/ os alvéolos. Chega num ins­tante que a  pressão intersticial ­ e a pressão hidrostática ­ que vai alcançar a barreira da pressão oncótica extra­vasando liquido c/ isso a hipóxia se instala. TRATA­MENTO: 1) determinar a etiologia do processo e remo­ver a causa, 2) eliminar ou corrigir fator agravante (ane­mia, infecção, distúrbios eletrolíticos e arritmias), 3) avaliar a disfunção diastólica, 4) medidas não farmaco­lógicas: a) repouso absoluto ou relativo, b) decúbito, c) dieta (rica em potássio, fácil digestão, hidratos de carbo­nos, sais minerais e vitaminas e dieta hipossódica), 5) medicamentos:compostos digitálicos (monossacarídeos, aglicona, lanatosídeoC{Adilanede,Desacil},Digoxina); 6) diuréticos tiazídicos; diureticos de alça(furosemida, bu­metamida); 7) diuréticos retentores de K (espirolac­tona,amilorida)Aplicacao dos Diureticos: medicacao de 1a linha na classe II/IV, poupadores de K;efeitos colate­rais diureticos: eletroliticos e metabolicos); 8) vasodila­tadores (prazozin); 9) inibidores da ECA (captopril, ina­lapril, lisinopril). Na IC grave usa-se inotrópicos não di­gitálicos: Dopamina, Dobutamina (beta-adrenérgico) Ni­troprussinato de sódio, e faz diálise peritoneal ou hemo­diálise, ultrafiltração, cardiomioplastia, secção mio­cárdica, transplantes cardíacos. Mecanismos de ação digitálicos : é uma droga inotrópica miocárdica (+) inibe a enzima Na/K/ATPase da membrana, bloqueando a pas­sagem de Na pela cel. Na verdade, ­ a troca de Na/Ca, assim o Na é trocado pôr Ca, que favorece atividade contrátil. ­ da sensibilidade dos barorreceptores e cardi­opulmonares - ¯ ativação do SNS, ­ ativação vagal, ­fluxo sangüíneo renal e diurese.  Aplicação clinica dos digitálicos: IC associada fibrilação atrial, IC sistolica as­sociada a ritmo sinusal, melhora sintomatica –hemodinamica-qualidade vida, indice terapeutico proximo efeito toxico.Efeitos dos digitálicos: ­ da tonicidade da fibra cardíaca, reforço da contração muscular, ¯ FC, ­o perí­odo refratário no nó AV, potencializa o efeito vagal so­bre o coração, ­a excitalidade do músculo cardíaco. Cuidados p/ não intoxicar: idosos, miocardiopatias graves, fase aguda do infarto do miocárdio, miocardite, cor pulmonale, hipóxia (DPOC, enfisema), IRC, hemo­diálise, hipotireoidismo, distúrbio eletrolíticos. Suspeita de intoxicação: anorexia s/ causa aparente, náusea, vô­mitos, extra-sístole bigeminada, xantopia, arritmias, bra­dicardia sinusal (­do intervaloPR). Conduta da intoxi­cação: retirar o digitálico, reposição de potássio na forma polarizante, tratamento das arritmias (se for de ex­citação xilocaína), difenil hidantoína. ECA(hemodinamica): quando ¯ PA ativa SRAA e os inibidores  da ECA fazem: vasodilatação periférica, ¯ retenção de água e Na, ¯RV, ­retenção de K, cai pressão de enchimento e ­ volume sistólico. Efeitos Clínicos: melhora sintomas e classe funcional, melhora hemodi­namica, ­capacidade de exercício, redução da dimensões do VE, melhora qualidade de vida.Indicaçoes ECA: hi­pertensao renovascular unilateral, diabeticos com disli­pidemia, doenca vascular periferica, hipertrofia ventri­cular esquerda, nefropatia diabetica, ICC. Contra Indi­cacoes ECA:estenose bilateral aa.renal, estenose unilate­ral aa.renal em pac.rim único, gestantes, fase manuten­cao hipertensao maligna.Tto segundo a NYHA: Classe I(assintomatico) digital, iECA, adaptacao atividade fisica, medidas gerais. Classe II(grdes esforcos) dititalico, iECA, diureticos. Classe III(medios esforcos) digitali­cos, iECA, diuretico, associacoes. Classe IV(peq.esforcos) digitalicos, iECA, diuretico, inotropi­cos não digitalicos.

 

HIPERTENSÃO ARTERIAL: Etiologia: 1)essencial ou idiopática mais 95% casos, 2) secundária menos 5% casos.: a)endocrinas: (hipófise: acromegalia, secreção inapropriada HAD);  paratireóide: (hiperparatireo-idismo e estados hipercalcemicos) ; tireóide: (hiper e hipo) ; pâncreas: diabetes) ;adrenal: hiperaldosteronismo, hiper­corticismo, deficiência de 11beta hidroxilase, deficiência de 17 alfa hidroxilase, feocromocitoma (medular); geni­tais: aumento de estrógenos; b)origem renal: GNaguda. GNcronica, pielonefrite, rins policisticos, Tu secretante de renina, dç sistêmicas c/ nefropatias, nefrites interstici­ais;c) origem vascular: coartação da aorta, renovascular; d)origem neurogênica: traumas do crânio, AVC he­morrágico, intoxicação pôr chumbo, síndrome de Gui­llain-Barré, Porfiria Aguda.e)outras causas: anovulato­rios e estrogenos, molestia hipertensiva na gravidez. Patogenia HAS: quaisquer que sejam os mecanismos patogenicos responsaveis eles levam : ¯ da excreção re­nal de Na, ­da absorção de Na ® ­ volemia, ­VD, ­VS, ­DC; ­ intravascular de Na e Ca dando vasocons­trição; ¯ sensibilidade dos barorreceptores = hipertensão. Hipertensão Renovascular: característica: sopro sistó­lico epigástrico subcostal ou em flancos, hipertensão graves em cças, adultos < 30anos > 40 anos, hipertensão de desenvolvimento ou agravamento recente, hiperten­são ou insuficiência renal inexplicável, perda abrupta da fç renal em pacientes hipertensos, hipertensão refratária em tratamento tríplice, perda da fç renal c/ inibidores a ECA, rim pequeno unilateral, hipertensão acelerada ou maligna, dç oclusiva extensa na circulação coronária ce­rebral ou periférica, hipopotassemia provocada ou não pôr diuréticos.No homem devido placa ateroma aa.renal, na mulher dç fibromuscular Fisiopatologia da Reno: placa na artéria renal ® isquemia renal ® estimulação do SRAA ® vasoconstrição arterial persistente ® ­ PA. Obs.: placa unilateral usar inibidores da ECA e bilateral contra-indicado. Teste de Captopril: maior indicação da terapêutica refratária a anti-hipertensivos. Medir a PA do paciente em repouso e administrar 50mg de captopril após 30min medir novamente se queda de + de 25mmhg o teste é + e fazer então arteriografia; e teste (-) afastar feocromocitoma e tratar clinicamente.Feocromocitoma:H.A. com paroxismo adrenergico, H.A.durante indicacao anestesica ou procedimentos; portadores de neoplasia endocrina multipla; H.A. com diabetes de dificil controle; H.A.induzida por drogas. QC (feocromo): H.A. paroxistica ou mantida, triade cli­nica(cefaleia, taquicardia, sudorese), vomitos, nauseas, emagrecimento, hiperglicemia, fenomenos vasomoto­res.Teste da clonidina(beta bloq.) Qdo dosagem de ca­tecolamina estiver entre 1000-1200 pg/ml pode haver di­ficuldade de diagnostico, entao faz-se a supressão pela clonidina, que inibe o fluxo simpatico a partir do cere­bro, reduz as catecolaminas plasmaticas.Se a dosagem continuar elevada quer dizer que é feo.Não fazer teste em pac com rim único e obstrucao bilateral. Exames Labo­ratoriais: urina I, creatinina, potássio plasmático, glice­mia, colesterol total, acido úrico, ECG, fundo de olho, teste do captopril. Avaliação clínica: anamnese, HPMA (tempo de hipertensão, forma de instalação, evolução da dç, tratamentos pregressos e atuais, história de hiperten­são secundária), IDA (claudicação intermitente, sintomas de IC e coronariana, AVC, encefalopatias hipertensivas), Hábitos (ingestão de sal e drogas), Antecedentes pessoais (dç renais, dçs sistêmicas), Antecedentes familiares (hi­pertensão na família, nefropatia hereditá­ria).Terapêutica:

A)não farmacológica: ¯ da ingestão de sal, restrição de álcool, combate ao hábito de fumar, estimulação a ativi­dade física, combater obesidade, suspender medica­mentos q podem promover hipertensão(AO); B)farmacológica:1)Diuréticos: ação prolongada(tiazídicos, clortalidona); de alça(furosemida, bumetamida); distais(espirolactona, amilorida, triantirona); Efeitos colaterais: náuseas, vô­mitos, cólica, tontura, vertigem, cefaléia, hipotensão postural, púrpura, febre, urticária, hipercalcemia, hiperu­remia, hiperglicemia, hipopotassemia, boca seca; Con­tra-indicação: diabete tipo2, gota, hiperlipidemia, hipo­volemia; Indicações: idosos, negros, insuficiência renal ou cardíaca, obesos, ­ ingestão de sal .2)Simpaticolíticos: de ação central: alfametildopa, clo­nidina; Indicações: hipertensão maligna, hipertensão re­nal crônica e hipertensão típica da gravidez; Ef. Colate­ral: sonolência, impotência sexual, hipotensão postural. Ação mista: uradipil; De ação na terminação nervosa: reserpina e guanitidina. Alfa bloqueadores: prazosina. Beta bloqueadores: não seletivos(propanolol) cardio­seleticos(atenolol) Mecanismos de ação: ¯ a liberação de noradrenalina na terminação nervosa,¯a liberação de renina, reduz DC, adapta o SNC para a regulação da PA. Ef Colateral: bradicardia, bradiarritmia, IC, broncoes­pasmo. Indicações: jovem, insuficiência coronariana, gestante hipertensiva. Contra-indicação: asma brôn­quica, bradicardia, distúrbios da condução AV, IC não tratada ou descompensada, síndrome de Raynaud, dç arterial periférica obstrutiva, diabetes descompessados, IRC, gota, dislipidemia.

3)Inibidores da ECA: (captopril, inalapril, lisinopril) Indicação: formas graves de HA, hipertensão renovas­cular unilateral c/ renina alta, diabéticos q. tiveram disli­pidemia ou dç vascular periférica, hipertrofia ventricular esquerda, nefropatia diabética, ICC, DPOC, AVC, arrit­mias, angina, pós-infarto. Contra-indicações: estenose bilateral da artéria renal e unilateral em rim único, ges­tantes, e p/ manutenção da hipertensão maligna. Ef. Co­laterais: tosse seca, manifestações de hipersenssibili­dade, piora da Insuficiência renal do doente, hipercale­mia.  Mecanismo de ação: bloqueia a formação de AgII, c/: bloqueio de vasoconstrição, da produção de al­dosterona, da reabsorção de sódio e água, da liberação de adrenalina, da liberação de hormônios antidiuréticos.4)Bloqueadores do canal de cálcio: (nifedipina, diltia­zen, verapamil) Indicações: Negros e idosos, Insuficien­cia coronariana, vasculopatias associadas. Contra-indi­cações: disfuncao ventricular esquerda, anormalidade de conducao.Vantagens: não alterão perfil lipidico, nem glicidico, promovem regressão da hipertrofia ventricular, não promovem vasodilatação periférica. 5)Vasodilatadores: idralazina, minoxidil, diazoxido, ni­troprussiato de sódio. 6) Bloqueador de AT1: valsaktan, losaktan.

Comparação entre ECA e canais de CA: ambos: mantém atividade física, mental, sexual ideal, mantém perfil lipidico neutro, mantém intolerância a insulina inalterada, regridem a hipertrofia ventricular esquerda. ECA: interferem na produção de AgII, ¯a produção de aldosterona,­produção prostaglandina. Cálcio: agem mais na fibra cardíaca e pouco no vaso.Drogas de Escolha : Arritmia: Bbloquea,IECA,IcanaisCa, não usa diureticos. AVC: não usa bbloqueador. Depressão:evitar bbloq. DPOC:evitar bbloq. Gota: não usar diuretico. Dislipi­demia:eviat diuretico, bbloq. Diabetes:iECA, iCanal Ca, evitar diureticos e bbloq. Angina: qquer um 1° bbloq, 2° iCanal Ca. ICC: diuretico, evitar IcanalCa. 

 

CARDIOPATIA ISQUEMICA Conceito:afeccao car­diaca por asfixia miocardica, por deficiencia de 02 ou aumento da necessidade do orgao. 90% aterosclerose co­ronariana. Sd. Clinica:  A) Isquemia silenciosa: visuali­zada pelo eletro, sudorese em repouso, dispneia inespli­cavel. B) angina estavel: iniciada com atividade fisica ou emocional, dor com as mesmas caract. C) angina insta­vel: dor que aparece em repouso e que muda suas ca­racteristicas. D) angina de prinzmetal: geral em homens durante a noite mesmo em repouso, ECG(supradesnivelamento ST). E) miocardio atordo­ado(Stunning): miocardio que apos restaurar o fluxo sg ele volta as suas funcoes. F) miocardio hibernado: in­div.com multiplos infartos, leva mais tempo para resta­belecer suas funcoes normais. G) IAM. H) cardiomiopa­tia isquemica. I) arritmia cardiaca. J)morte subita . Fato­res de Risco: sedentarismo, dislipidemia, tabagismo, diabetes.

 

ANGINA ESTÁVEL:Dor constritiva tipo aperto,só apa­rece com esforco e emocao, não muda essa caracteristica por 2 meses. incidência: 3:1 sexo masculino até 50 anos e após a incidência se iguala. Classificacao:  Classe I: dor desencadeada por atividade estenuante, II) dor de­sencadeada nas atividades habituais, III) importante li­mitacao atividades habituais, IV) dor repouso. Determi­nacao isquemia: isquemia pôr:  a)aumento da demanda de O2 em artéria c/ placa, obstruíndo 60% da mesma(esforço físico, HAS, febre), b)diminuição da oferta de O2 em artéria c/ placa em caso de vasoconstri­ção(liberação de adrenalina, stress). c)misto. QC: dor precordial em aperto, aos esforços, cede c/ repouso, Ir­radiação p/ MSE, mandíbula, região epigástrica e dorsal. Sintomas q. acompanham: sudorese, palidez, náusea, vomito e síncope. Diagnóstico: 1) A)clinico(dor retro­esternal c/irradiacao p/precordio e face interna braco es­querdo de caracter constritivo/opressivo, surge apos emocoes/exer,fisicos , curta duracao(5-10 min) , dor ali­viada com interrupcao esforco. B) ex.fisico: pac.quieto/palido, sudorese profusa, FC e PA ligeir/e elevada, extra sistole 3°B e 4°B, sopro sistolico regurgita­cao mitral.  2) ECG(infra desnivelamento do segmento ST, inversão da onda T),  3); teste ergométrico(evidencia isquemia miocardica, avalia desempenho cardiaco, evi­dencia progressao doenca, avalia eficacia terapeutica); 4) ECO(análise contração segmentar, áreas de hipocinesia); 5) Holter ECG: evidencia isquemia silenciosa ; 6)medicina nuclear(captação em áreas viáveis - Talio e Isonitrila), 7) cineocoronariografia(quando suspeita forte, pois tem alta mortalidade). Conduta: 1) controle dos fatores de risco: tabagismo, hipercolesterolemia, hipertensão arterial, obesidade, sedentarismo e anticon­cepcional; 2) tratamento farmacológico: a)nitratos(atua na artéria coronária, fazendo vasodilatação, ação sistêmi­cas nas veias,¯retorno venoso,¯trabalho cardí­aco,¯consumo de O2-Dinitrato de Isosiorbitor(Isordil), Propatilnitrato, mononitrato); b)Bloqueadores de canais de cálcio(Nifedipina, Diltiazen, Verapamil - vasodilata­dor coronariano,¯resistência periférica,¯pressão diastó­lica do VE,¯trabalho cardíaco,¯consumo de O2, antihi­pertensivo; c)Betabloqueadores - (Propanolol, Ateno­lol),¯FC,¯força de contração,¯consumo de O2, não tem ação vasodilatadora coronariana, não usar em asma, DPOC, diabéticos; d)AAS: inibe agregação plaquetária, não pode usar em: doentes c/ distúrbio de coagulação, gastrite e úlceras, suspender AAS 7-10 dias antes da ci­rurgia.3)Hemodinâmica intervencionista: angioplastia, aterectomia, laser - indicado em pacientes c/ lesões de 1 ou 2 artérias coronarianas. 4) Tratamento cirúrgico: revascularização do miocárdio(triarterial ou mais arté­rias, lesão de tronco).

 

ANGINA INSTÁVEL: Associar dor com ECG temos 98% do diagnostico. Dor precordial em repouso e cede c/ uso de vasodilatador sublingual, q/ é diferente do in­farto. Fisiopatologia: dç de 3 ou mais vasos, vasoes­pasmos freqüentes e duradouros,­de TxA2, e ¯PGI2, placa excêntrica + trombo não oclusivo de 90-95% do vaso. Clinica e Laboratorial: a)ECG(isquemia, corrente lesão subendocardica), b)Holter(+sensível q. o elétro 30%), c) ECO(detecta alterações da contração segmen­tar), d)cinecoronarigrafia(é o exame de eleição-dor em repouso, cateterismo cardíaco não faz ergométrico), e) enzimas(normais, pode ter aumento de TGO, DHL, CK-MB). Tratamento: a)unidade coronariana(medidas ge­rais), b)heparinização(heparina atua sobre o fator anti­trombina), c)AAS, d)nitratos(Isordil), e)beta bloqueado­res(Propanolol), f) bloqueadores de cálcio, g) catete­rismo(24-48hs ou de urgência), h)angioplastia, i) revas­cularização miocárdica. Contra indicação absoluta: pa­ciente na esteira(óbito).

 

INFARTO AGUDO MIOCARDIO:Etiologia:  oclu­são total da artéria coronária por um trombo, ausência de fluxo sangüíneo. Fisiopatologia: Função sistólica: de­pressão da fç depende da lesão muscular, hipoxemia-hi­pocinesia, acinesia-discinesia. Função diastólica: hipo­xemia(¯complacência,­pressão diastólica final do VE). Exame Clinico:dor retroesternal , intensa,de longa dura­cao mais 30 min, 1-2 dias,surge freque//e repouso as ve­zes durante sono, não aliviada por coronariodilatadores, de carater constritivo/opressivo, nauseas, vomitos, sudo­rese, acompanhada hipotensao arterial, dispneia, cianose, pulso peq/rapido,  podendo irradiar torax,braco, pes­coco, mandibula, epigastrio ou discreta sensacao descon­forto no torax. Diagnóstico e  QC: Tríade: a)dor pre­cordial(não sede c/ vasodilatador sublingual), b)ECG:IAM com onda Q: supradesnivelamento seg­mento ST; c) elevação das enzimas: CKMB(3-6hs - 12-20hs - 2-3dias) CPK(4-8hs - 8-12hs -3-4dias), AST/TGO(8-12h - 18-36h - 3-4dias),DHL(24-48hs - 3-6d - 8-14dias)  d)ECO, e) CinecoronariografiaConduta: 1) UTI coronariana, 2) trombolítico(estreptoquinase c/ SF 5% em veia periférica - administração: 1a. hora chance de reperfusão de 90-98%, na 3a. hora 80%, na 6a. hora 70%, depois tem necrose)indicacoes: dor tipica do IAM, ECG com supradesnivelamento em duas derivacoes, ate 12 horas do inicio da dor. contra indicação: distúrbio de coagulação, sangramento digestivo, AVC nos últimos 6meses, PAD acima de 12, sangramento em + de 70anos, cirrose hepatica, hemofilico, gravidez, puerperio, ha. Si­nais de reperfusão: melhora abrupta da dor, ¯do su­pranível de S-T, aparecimento de arritmias ventriculares, pico precoce de CKMB. 3) analgesia(meperidina-Dolan­tina), 4) sedação (benzodiazepinico), 5) heparinização (liquemine), 6)AAS, 7)beta bloqueadores(propanolol) e nitrato(isordil). Complicações: a)elétricas: 1)extrassistolia ventricular(batimento precoce na região ventricular), pode ocorrer fibrilação ventricular(parada cardiorespiratória), droga de escolha xilocaína 2%; 2)badiarritmias(bloqueio AV) usar atropina, se não adi­antar punção venosa. b) mecânicas: 1)CIV pós IAM, 2)ruptura do músculo papilar mitral. Classificação de Killip: classe I - ausência de estertores e B3, prevalência de 30-40% mortalidade 8%; II - estertores até1/3 médio ou B3 - P:30-50% - M:30%; III - estertores até o ápice e edema pulmonar - P:5-10% -M:44%; IV- choque cardio­gênico - P:10% - M:90-100%. Drogas escolha arrit­mias: lidocaina, heparina. Drogas diminui mortali­dade:SK, AAS, BBloqueadores. Bloq.canal CA: contra indicado IA c/ onda Q. Indicado :angina pos IAM, IAM s/onda Q.  

 

HIPERTENSÃO PULMONAR:  Etiologia:congenito- aumento do fluxo pulmonar(PCA-CIA-CIV),adquirida ­da viscosidade sangüínea(policitemia), ­da pressão do AE(insuficiencia VE,valvulopatia mitral, mixoma atrio esquerdo), diminuição do raio da vasculatura pulmo­nar(tb, enfisema). Classificação: hipercinética(­do fluxo pulmonar), obstrutiva(­da resistência pulmonar, ¯leito vascular pulmonar, ­ viscosid/e sg ),passiva(­da pressão do AE), reativa( fixação da hipertensão pulmonar, vaso­constricao). Exame Físico: inspeção e palpação: pulsa­ção sistólica visível, e palpável a nível do 2o.,3o.,4o.EIE, choque valvar. Ausculta: B2 desdobrada e hiperfonética, estalito de abertura, B3eB4 presente, sopro sistólico e di­astólico, sopro sistólico de regurgitação. Laboratorial: desvio do eixo p/ fora e p/ direita, ­das câmaras, ECG(sobrecarga de AD e VD), Rx(abaulamento de arté­ria pulmonar, ­de VD, hilos hipertrofiados e periferia pulmonar pobre), ECO(mede as câmaras cardíacas). Tratamento: correção dos mecanismos reversíveis ca­paz de gerá-la(­da viscosidade sangüínea, do fluxo pul­monar, da pressão no AE,¯a vasculatura pulmonar).

 

COR PULMONALE CRONICO

(hipóxia) patologia q. acomete o lado direito do coração, por uma alteração funcional e/ou anatomica do pulmão. Exceto se esta tiver origem por IC esquerda. Etiologia: CPHipoxico: bronquite cronica, enfizema pulmonar, fibrose pulmonar, toracopatia, cifoscoliose, obesidade. CPHipertensivo: Embolia pulmonar, poliarteite, endarterite, enfisema, fibrose pulmonar, esquistossomose, dermatomiosite, lupus, carcinomatose pulmonar.Diagnóstico Clinico: hipertrofia do VD, alte­rações pulmonares, ausência de cardiopatia congênita, cardiopatia E. QC: hipóxia: vasoconstrição, poliglobu­lia,DPOC B (após descompensação); hipertensão: au­sência hipoxia, fibrose intersticial difusa, doença embó­lica(antes da descompensação)2a B hiperfonetica e des­dobrada na inspiracao, Etiologia: bronquite crônica, en­fisema, fibrose pulmonar, obesidade, cifoescoliose, toca­ropatias. Laboratorial: Rx(hipertrofia do VD, abaula­mento da artéria pulmonar, hilo espesso, hiperclaridade periférica), ECG(desvio do eixo cardiaco p/ di­reita).TTO: Tratar doença base, corrigir poliglobulia, tto c/ digitalicos e diureticos.

 

COR PULMONALE AGUDO

(embolia pulmonar) causado pôr embolia pulmonar, c/ diminuição brusca da rede circulatória. Situações q. fa­vorecem os êmbolos: enfermo c/patologia clinica q. re­quer longo período no leito, patologia cirúrgica em gdes cirurgias, neoplasias, síndromes paraneoplásicas. QC: dor súbita, intensa, prolongada, acompanhada de sudo­rese e palidez, dispnéia(taquipnéia, batimento da asa de nariz, tiragem), ¯DC(taquicardia, palidez, sudorese, hi­potensão, oligúria), silêncio pulmonar, sibilância, arrit­mias, B2 hiperfonética, tosse c/ escarro hemoptóico, sín­cope. Diagnóstico Clinico: a)ECG(nl c/ taquicardia, desvio súbito do eixo à direita, bloqueio do ramo direito, ECG Macguinn White); b)RaioX(nl, arco pulmonar abaulada, hiperclaridade triangular); c)cintilografia(mostra a região q não tem hiperfusão pulmonar); d)arteriografia pulmonar; e)gasometria; f) ECO(exame de rotina),g)Hemograma: DHL­, bilirrubina ­, TGO nl. Tratamento: analgésicos, heparina( impede propagacao trombo, diminuir risco recorrencia a emboli­zacao), fibrinolíticos(SK), drogas vasoativas, anticoa­gulantes por VO. Fontes emboligenicas: vasos coxa(poplitea/pelvis), camara cardiaca direita, veia casa superior.Locais mais acometidos por trombos: lobo inferior direito, ramo segmentares e lobares, raramente no tronco da arteria pulmonar.Prevenção: exercicios, fisioterapia, meias compressivas, broncodilatador , hepa­rinizacao.Fisiopatologia: temos repercussoes locais e sistemicas. Nos locais teremos diminuicao do aporte sg na regiao do pulmao irrigada pela arteria obstruida pelo  embolo. Nas repercucoes sistemicas teremos o embolo que é formado por hemacias e plaquetas ativam leucotri­enos e tromboxanos A2 que promovem vasoconstricao e broncoconstricao causando hipoxia essa hipoxia por sua vez promove maior vasoconstriccao e broncoconstriccao reflexa promovendo hipoxia e acidose. Repercussao Hemodinamica do tromboembolismo: Distensão subita do VD, abaulamento do septo interventricular, insufici­encia tricuspide, diminuicao ventriculo esquerdo, dimi­nuicao da perfusao de O2.

 

ATEROSCLEROSE CORONARIANA:

deposição de placas de ateroma nas artérias de pequeno e médios calibre que diminui a luz da artéria levando a isquemia.Fatores de risco: história familiar, fumo, hi­percolesterolemia, hipertensão arterial, diabetes, vida se­dentária, obesidade, stress. Classificação de Ambrosi: a) placa concêntrica: 90% angina estável; b) placa excên­trica: B1 - superfície irregular s/ angulação, B2 - superfí­cie irregular c/ angularão, B3 - placa complexa; B2 e B3 associação de angina instável e IAM.

 

DISSECÇÃO AÓRTICA: Diferenciar de IAM.Patogenia: decorrente da súbita separação da ca­mada média da adventicia, em curso paralelo ao fluxo sangüíneo, q. acomete indivíduos aparentemente saudá­veis, mais freqüente em homens(40-60 anos), hiperten­sos. Nas mulheres ocorre antes dos 40anos e na gravidez. Classificação:1) de Bakey: Tipo1-começa na porção as­cendente da aorta e pega toda ela; Tipo2-acomete só por­ção descendente; Tipo3-começa abaixo da subclávia es­querda e descende; 2)de Daily: TipoA-soma dos tipos 1e2; TipoB-idem ao tipo3. QC: dor no peito, palidez, sudorese, irradiação lombar, IC, tamponamento cardí­aco, desaparecimentos dos pulsos arteriais, hemotórax, isquemia cerebral e visceral. Manifestações clinicas do Aneurisma da Aorta toracica: Etiologia: ate­roma, sífi­lis, medionecrose cística QC: a)porção ascendente(B2 hiperfonética, so­pro sistólico e diastólico no foco aor­tico, sinais de insuficiência aórtica, Rx c/ alargamento do mediastino); b)croça(assimetria dos pulsos ca­rotídeos e do braço, sinais de Oliver e Cardare­lli, paralisia do nervo recorrente esquerdo, Claude Bernard Horner, disfagia, erosão do esterno e abaulamento); c)porção descen­dente(paralisia do nervo recorrente esquerdo, compres­são do esôfago(disfagia), erosão da coluna ver­tebral, TU grde e pulsatil na parede posterior). Diagnóstico: a)anamnese e exame fisico, b) RaioX(alargamento do mediastino, velamento de hemisferio esquerdo), c)ECG(nl ou sinais de hipertrofia do VE), d)ECO(convencional), e)TC, f)RM, g)aortografia. Tto: TipoA(cirurgia), TipoB(clinico e se necessário cirurgia). Tto Clinico: monitorização, analgesia, antihiperten­sivo(nitruprussiato de sodio, b-bloqueadores) Cirúr­gico: prótese de material sintético no local da válvula doente.

Sd.Marfam: degeneracao camda media, causa de morte com dissecacao aortico expontaneo. (pac. Longilineos, membros e dedos grandes, historia familiar, luxacao cristalino)

 

PERICARDITE:classificação clinica: a)agudo(fibrinosa, c/ derrame); b)derrame pe­ricárdio crônico; c)pericardite crônica constri­tiva; d) pericardite crônica c/ derrame.

Pericardite Aguda: etiologia: viral. Apresenta dor retro esternal prolongada e superficial, fe­bre e atrito pericar­dio. Ex físico: a)nl ou atrito pleural ou arrit­mias. b)ECG(nl ou arritmia ou dç coronariana, alt. ST e inver­sao onda T); c)RX(area cardiaca nl-fibrinosa; area cardi­aca aumentada – serosa c/derrame); d)ECO( espessa­mento pericardio e derrame pericardio.. Tto: repouso, hos­pitalização, AAS, corticosteróide e dç de base.

Pericardite Crônica Cronstritiva: etiologia :   Tb/viral/auto-imune. carapaça fi­brosa envolvendo todo o pericárdio. QC: dispnéia, ascite, hepatomegalia, hi­pertensao portal, pulso parodoxal, edema periférico, es­tase jugu­lar bilateral, hérnia incisional. Ex físico: a)coração pequeno e quieto, choque diastólico palpável, B3 acentuada, sinal de Kusmaull, as­cite; b)RX: coração pequeno; c)ECG: inespecí­fico. Diagnóstico confirmado c/ presença de cálcio no coração. TTO: pericardiecto­mia.Sd. Dressler: pleuropericardite que se apresenta em ¾ semanas apos IAM de origem imunologica. Apresenta derrame pleural e pericardico.

CIA:CG acianotica, 10-15% , mais comum mulher , e homens acima 40 anos Tipos: seio venoso(5-10%), seio coronario(raro), ostium primum(15-20%), ostium se­cundum(+ freq.70%). Sd Luttembacker(estenose mi­tral+CIA ostium secundum). Diagnostico: CIA PEQ:assintomatico, CIA GRDE: ICC e pneumomnia re­peticao fadigabilidade, dispneia esforcos , hipodesenvol­vimento fisico. ADULTO:HP, arritmias , ICC, edema pe­riferico casos mais avancados, cianose na inversao shunt, fibrilacao atrial indosos, endocardite infecciosa rara.Exame fisico: ictus visivel palpavel, pulso palpavel AP, 1a bulha normal/desdobrada, 2a hiperfonese(qdo HP associada), desdobrada, sopro cistolico foco pulmo­nar.Exames complementares: RX: congestao pulmonar, cardiomegalia, botao aortico peq. ECG: ritmo sinusal, flutter, fibrilacao, extra sistole,onda P pico, desvio eixo direita=SCD, desvio eixo esquerda=ostio primo; hiper­tensao pulmonar=alt.morfologia QRS, inversao onda T nas precordiais direitas.. ECO: tipo loccalizacao dimen­sao defeito, dilatacao hipertrofia camaras, magnitude shunt, analisa fluxo pulmonar, estima pressao AP, reco­nhece lesoes associadas. CATETERISMO: duvida dia­gnostico, grau HP, lesoes associadas, estudo coronarias. TTO: criterios p/cirurgia: relacao fluxo pulmonar:aortico >1,5:1, sinais HP, lactentes ICC, inf.respiratorias repeti­cao, atraso crescimento, adultos grave disfuncao camaras direitas, idade ideal correcao idade pre escolar.

CIV: 25-30% ,acianótico, c/ hiperfluxo pulmonar e hi­pertensão venosa capilar pulmonar, fatores associa­dos:rubeola, ingestao alcool, talidomida, fator heredita­rio, mais freq.mulheres. Classificacao: perimembrano­sos(65-75%), musculares(5-7%), infundibular(5-8%), via entrada(5/20%) QC: a)shunt da esq. p/ direita, b)CIV pequena: assintomática, bulhas normais, fremito sistolico e sopro; c)CIV média:diminuicao Resistencia vascular pulmonar e o aumento hipertensao venocapilar pulmo­nar, dispnéia; d)CIV grande: oligoassintomatico ate 1 mês de vida,sintomas de hiperfluxo pulmonar e IC, IVAS, hipodesenvolvimento físico. EF: Inspeção: abaulamento pré-cordial pôr ­ do VD, ictus p/ lateral e p/ baixo. Palpação: frêmito sistólico. Ausculta: sopro holossistólico, 1a B hiperfonética, 2a

desdobrada Exames: ECG: sobrecarga do VD, AD e VE, sobrecarga atrial esquerda/direita.. Rx: ­ do tronco pul­monar,aumento trama vascular, crescimento VE/AE/VD. ECO: reconhece, localiza, tamanho, repercussao , presso sistolica pulmonar, avalia def.associadas. Cateter: HP, lesoes associadas, relacao resistencia pulmo­nar/sistemica.Historia natural: CIV peq.fecham expon.3 anos vida, CIV moderada 30/40% espontaneo, CIV grande 10/15 espontane, qdo pressao pulmonar maior 50% que pressao sistemica pode ocorrer hiperresistencia pulmonar, 5/10% desenvol.estenose pulmonar infundi­bular.TTO: ccas < 1 ano, em casos de IC, pneumonia repeticao, endocar.infecciosa; CIV peq.: sem repercussao hemo aguardar ate 10 anos. Cirurgico: ccas < 1 ano qdo muito sintomatico.

PCA: acianótica com hiperfluxo pulmonar,RN prematu­ros, mulher 3:1 12% CG, shunt depende: RVP e tamanho . Etiologia: altas altitudes, rubeola, alcool, anfetamina, hidantoina, prematuridade.Fisiopatoligia:1a fase: au­mento tensao O2 e aumento espessura e invaginacao da intima, 2a fase: 3a semana a 3 mês de vida, proliferacao da intima, formacao de tecido conjuntivo e fibrosa, fe­chamento  definitivo do canal. QC: assintomatico; a)PCA pequena: risco de endoarterite; b)PCA grande: congetsao pulmonar, fatigabilidade, dispneia esforcos, pneumonia repeticao; c)lactentes: irritabilidade, taquip­neia, sudorese, recusa alimentar. Exame físico: pulso celere, 2a bulha hiperfonetica, aumenta PA sistolica di­minui diastolica, ictus palpavel, fremito sistodiastolico , sopro maquinarioExames: ECG: nl, 20% prolongam//t PR, ondas R altas em precordio E, SAE,HAP,SVE,SAD. Rx: cardiomegalia e ­da trama vascular, botao aortico proeminente, congestao pulmonar. ECO: relacao AE:AO, visualizacao discreta canal, fluxo AO e AP. Cateterismo: afecccoes cardiacas associadas, avaliar HP, fins terapeu­ticos. TTO: cirurgico todos casos nos 1o 6 meses de vida, clinico digitalico, vasodilatador, diureticos. Fecha­mento(indometacina), canal aberto (PGE).

 

TETRALOGIA DE FALLOT:Cianotica, hipofluxo pulmonar. Alt.Anatomicas: destroposicao aorta, CIV geral/e grde, estenose pulmonar, hipertrofia VD. Mais comum ccas >1 ano, sexo masculino O trajeto depende do grau estenose pulmonar, nivel resistencia vascular pe­riferica. Diagnostico: sintomas aparecem RN/lactente, mais comum sopro/cianose( inicio 3o – 6o mês progres­siva), hipodesenvol//o depende grau hipoxemia, hipo­cratismo digital, posicao cocoras. Ex.Fisico: cca aspecto normal, cianose labial/extremidades, hipocratismo > 6 meses, precordio quieto sem deformidade, fremito de­pende grau estenose, 1a B nl e unica , 2a B inaudivel. EX comple: ECG:ritmo sinusal; RX:tamanco holandes, con­cavidade 2o arco. TTO:  clinico (profilaxia/tto crises hi­poxemicas, prevenir endocardite infecciosa, monitorar hematocrito, tratar desidratacao/infeccao/febre rigor, to­mar cuidado medicamentos: digitalicos / vasodilatadores / betamimeticos, posicao genopeitoral, propanolol, oxi­geno terapia, correcao anemia e acidose) cirurgico( pali­ativo(fistula sistemico pulmonar-Blalock Taussig), cor­retivo(fechamento CIV)

TGA: masculino, concorda Atrio-V e discorda V-Arte­rial, defeitos associados(CIV,CIA, estenose pulmo­nar/aortica,anomalia valvas AV, PCA, anomalia arco aortico. Comunicacao + freq.CIV. TGA associada a comunicacao intercavitaria peq : VD aumento pro­gressivo. TGA associada a comunicacao intercavita­ria GRDE: observa  importante hipertensao venocapilar pulmonar c/cardiomegalia e ICC. TGA associada grde estenose pulmonar: semelhante T4F, direcao fluxo de­pende grau estenose pulmonar. Diagnostico: Exame fi­sico: impulsos sistolicos visiveis, auscuta(hiperfonese 1a e 2a bulha , 2a bulha pode ser única/desdobrada, sopro depende defeitos associados. ECG: SVD(onda R domi­nantes precordio D, ondas S V5/V6), SVE(eixo QRS desvio D, onda T + apos 3o dia vida). RX: aumento area cardiaca e congestao pulmonar, silhueta cardiaca forma ovoide. ECO: define posicao coracao torax. TTO: cli­nico ( ttar acidose/ICC- uso PGE manter canal aberto).  septostomia atrial c/ balao(Rashkind). Cirurgico : nivel atrial( Seenig/Mustard=troca veia cava superior e veias pulmonares); nivel ventricular (Jatene=troca aorta e pulmonar e reinplanta as coronarias)

 

COARTACAO AO

Estreitamento devido ao espessamento da camada media q. obstrui o fluxo sg localizada + comumente na porcao superior da AO descendente , junto ao local de insercao canal arterial. Mais frequente homem. Alt. Anatomica: canal arterial geral/e aberto, CIV, anomalias valva mitral. SD Shone: coartacao AO, valva mitral para quedas, es­tenose supravalvar mitral anel fibroso e estenose suba­ortico; valva aortica bicuspide 27/46% casos. Diagnos­tico: sinais classicos(HAP, dimi/ausencia pulsos, eviden­cia circ.colateral, hipertrofia VE), RN 1a semana: ICC(taquicardia, dispneia,hepatomegalia), apos 1o ano vida=assintomatico, pulsos palpaveis MMSS e MMII diminuidos.Idade escolar(cefaleia, tontura, hipertensao arterial) Ex.Fisico: auscuta geral/e anormal, sopros holo/mesossistolico e oocalizam-se no dorso. ECG: nl, SVE. RX:cardiomegalia, corrosao arco costal, aorta as­cendente dilatada. Catet: hipoplasia AO, coartacao local não habitual, multiplas coartacoes, defini circ.colateral. Causas Morte:  HE intracraniana, ruptura/disseccao AO, endoarterite, ICC. TTO:  RN/ICC = digitalicos/ diu­retico. Intervencionistas (coartacoes nativas, recoarcta­coes)

 

CARDIOPATIAS DILATADAS: Conceito: ca­racteriza-se pôr dilatação geralmente biventricular, associada a > ou < queda da fç ventricular, do DC, da fração de ejeção e aumento a pressão diastólica dos ventrículos, originando manifestações clínicas clássica de IC. Ocorrem tbém arritmias cardíacas das mais diversas apresentações, disfunção das valvas AV c/ incompetência uni ou bilateral e fenômenos tromboembólicos pôr ­da câmara associada a estase sangüínea. QC:  IC rapidamente progressiva, edema agudo de pulmão, arritmias, fenômenos tromboem­bólicos(AVC, embolia pulmonar),B3 presente, sopro de insuficiência mitral e tricúspide. Diagnóstico:  1)Exame clinico: história bem tirada, exame fí­sico(galope, cardiomegalia, estase jugular, hepato­megalia e estertores pulmonares).  2) Exame radio­lógico: ­da área cardíaca(cardiomegalia, sinais de sobrecarga do VE, redistribuição do desenho vascu­lar pulmonar, borramento hilar,­do conteúdo lí­quido, intersticial c/ linhas A e B de Kerley, derrame alveolar e derrame pleural. 3)ECG: expressa a dç do músculo, a)dilatação ou hipertrofia da câmaras(de acordo c/ o eixo), b)presença de ondas Q(gdes e pro­fundas), indicando zonas eletricamente inativas(zona de fibrose), comum no chagásico, c) alterações ines­pecíficas da onda T(repolarização ventricular), ex­pressa distúrbios metabólicos do miocárdio, d)arritmias, e)complexoQRS de baixa voltagem, f)onda T achatadas ou invertidas, são padrão clássi­cos. 4) Estudo hemodinâmico e angiográfico: Medi­das pressóricas ­pD2 VE/VD e­pressão capilar pulmonar. Ventriculografia(contraste):­de VDF e VSF, hipocinesia: difusa/segmentar(movimentos diminuídos, hipossistolia)®sinal de fibrose da câ­mara., presença de trombo. Corionariografia. 5)ECO: diâmetro e volume das câmaras, espessura da parede, contratilidade e relaxamento ventricular, presença de trombo, dinâmica da valvas, derrame pericárdio, fç ventricular pela fração de ejeção. Prognóstico favorável: etiologia ou causa conhecida e passiva de tratamento, diagnóstico precoce, míni­mas alterações histológicas e hipertrofia cardíaca. Prognóstico desfavorável: não adesão ao tratamento, alterações histológicas c/ predomínio de fibrose, al­tos graus funcionais, e o não conhecimento de etio­logia ou causas precipitantes. Tratamento: tratar IC, arritmias, fenômenos embólicos - hepariniza­ção(heparina é um bloqueador da trombina, anticoa­gulantes orais). Tto alternativo: cardiomioplastia, ventriculectomia, transplante.

Dç de Chagas: Transmissão:  vetores do gêneros triatoma, transfusão de sangue, via placentária, ali­mentos contaminados, leite maternos, órgãos trans­plantados, acidentes laboratoriais. Formas clássi­cas: Fase aguda:  ocorre em cças, em áreas endêmi­cas ou em qque fase da vida pôr transfusão sangüí­nea. Nessa fase faz-se tratamento c/ boas possibili­dades de cura. Ocorre parasitemia alta c/ manifesta­ções clinicas de dç infeciosas(febre, esplenomegalia, astenia, sinal de romana, chagoma de inoculação, miocardite, todos os sintomas após 10dias ou 4semanas de inoculação. Diagnóstico: Clínicos e la­boratoriais(exame de sangue à fresco, hemocultura, xenodiagnóstico: p/ ver parasitemia). Indetermi­nada: assintomático c/ reação sorológica(+). Rx de tórax e ECG normal. Discretas alterações no ECO e teste de esforço. Crônica: manifestações após 10-20anos de fase aguda, elevadas concentrações de Acs, baixa parasitemia. Formas clinicas: a)cardíaca( IC. Arritmias e tromboembolismo), b)forma diges­tiva(megaesôfago, megacolon), c)forma cardiodi­gestiva. Diagnóstico : exame físico, história clínica, exames laboratoriais. Tratamento: sintomático das anormalidades cardiovasculares e digestivas. Trata­mento específico: erradicação do parasita no hospe­deiro humano. Só é feito c/ sucesso na fase aguda. Benzonidazol, Nifurtimoxi, cura bacteriológica 60-70%. Profilaxia: construção de casas de alvenaria em zonas rurais, diminuição do desmatamento, pre­sença do ecossistema.

Miocardite Viral: (após infecção da orofaringe), características clinicas: cardiomegalia, trombos, edema intersticial, infiltrado linfoplasmocitário, fi­brose, congestão pulmonar, palidez, hepatomegalia, taquicardia. Patogenia: infeccao viral ocorre infla­macao subaguda com resposta celular e resposta humoral (anticorpo anti viral). Estes anticorpos tbem atacam o musculo cardiaco que tem estrutura seme­lhante ao virus, originando cardite(auto-imune)Etiologia: vírus RNA e DNA; forma assinto­mática é a mais freqüente e a cura completa ocorre, porem a dç pode evoluir p/ a forma dilatada c/ queixa de IC e arritmias.

MIOCARDIOPATIA HIPERTROFICA: afecção miocárdica de etiologia desconhecida e provável transmissão genética, caracterizada por desarranjo mielofibrilar típico e hipertrofia miocárdica. Inci­dência maior no sexo masculino. Clinica: dispnéia, fadiga, tontura, sincope, angina, palpitações. Exame Físico: sopro sistólico e B4. Classificação: a)obstrutiva(em repouso, lábil, latente); b)não obs­trutiva. Fisiopatologia: 1)gradiente pressó­rico(obstrução da via de saida aórtica e regurgitação mitral); 2)hipodiastolia(fç diastólica comprometida); 3)movimento anterior do folheto da valva mitral. Diagnóstico: a)clinico, b)Rx(nl ou aumentado); c)ECG(hipertrofia VE); d)ECO(melhor exame, grau e distribuição da hipertrofia); e)Estudo hemodina­mico: manometria(gradiente pressórico subaortico, pressao diastolica aumentada); ventriculografia.; f)cinecoronariografia. Tto: medicamen­toso(a)Holter de 24hs e teste de esforço, b)propanolol-beta bloqueador não cardio seletivo, c)Verapamil ou Disopiramida-antiarritmico; se tiver arritmias d)sulfato de quinidina - p/ fibrilação atrial, e)Amiodarona - fibrilação ventricular). Cirúrgico: ventriculomiectomia(complicação: CIV, IC, blo­queio AV)

 

MIOCARDIOPATIA RESTRITIVA: conceito: restrição ao enchimento diastólico por patologia ex­trínseca ou intrínseca.

ENDOCARDIOMIOFI­BROSE:Epidemiologia: incidência em ambos os se­xos, maior em cças e adultos jovens, países tropicais e raça negra. QC: inicio insidioso c/ sintomas de IC, dispnéia de esforço, edema, estase jugular, hepato­megalia, leucocitose. Diagnóstico: a)exame fí­sico(sopro de regurgitação mitral, bulhas abafadas, coração pequeno); b)RX(cardiomegalia, calcificacao ); c)ECG(inespecífico); d)ECO(diâmetro e volume das câmaras); e)manometria(curva em W ou M in­vertido); f)biópsia endomiocardica. Tto: a)clinico(p/ IC e arritmias); b)cirúrgico(exerese do endocardico, prótese valvares).

Dç de Loeffler(síndrome eosinofilica), pericardite parietal, fibroblástica c/ eosinofilia atingindo vários órgãos. QC: febre, eosinofilia - leucocitose, hepaes­plenomegalia, IC, sintomas gerais.Atinge coracao , pulmao, medula ossea, cerebro, rins, TGI, pele , fi­gado.

 

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