1. Apnéia do sono: D acorda e dorme e não percebe que acordou, fica c/ muito sono durante o dia.       3 TIPOS:

a) apnéia obstrutiva: roncos intensos c/ intervalo de apnéia, sonolência diurna intensa c/ ataques de sono intenso que não leva a alívio.  Paciente não tem consciência da apnéia. 10 seg. sem problemas. QC: cefaléia matinal, depressão, ansiedade.  Achados: I.C., hipertensão, arritmia, piora sem trat//, apnéia 10 a 20 seg.

Trat//: ap. pressão + de oxigênio, continua nas vias aéreas.  Med: propanol; anti-depressivo: prolipitilina.  Indicação cirúrgica: vulvulectomia no palato; vulvulectomia faringoplastia.

b)    apnéia central: SNC. Rara, cessa o fluxo de ar após esforços respiratórios, necessidade de respiração mecânica.

c)     apnéia mista: obstrutiva e central.

2. Sonambulismo: + em crianças, desaparecem com o progredir da idade.  Mecanismo complexo, D anda, faz tudo e depois não se lembra.  Está dormindo e não tem crítica, não tem consciência, são episódios breves, ocorre no estágio 4 do sono; hipinoindutor ¯ fase 4.  No adulto e idoso pode levar a psicopatologia do SNC.  Benzodiazepínicos ¯ a fase 4.  Precauções: medidas p/ impedir traumas (fechar janelas).

3. Terror noturno: patologia, ou dist/ do terror do sono.  D desperta repent// com ansiedade, ocorre hiperestimulação autonômica (estimula SNSimp/ e Parass/)  Pode ter crises de choro e não se lembrar, patologia do estágio 4.  Normal// desaparece sem trat//.  Pode orientar a mãe, pedindo p/ acordar a criança.

4.     Pesadelo: ou Dist/ Ansioso do sono.  Ocorre no est.  REM, em qquer período da noite. D desperta c/ medo, - ansiedade.  Trat//: antidepressivo, psicanálose , análise.  O D tem um alívio de culpas no inconsciemte tendo esses pesadelos.

5.     Bruxismo: Est. 1 e 2, ou despertar parcial, + crianças.  Trat//: palmilha entre os dentes.

6.     Crises Epiléticas relacionadas ao sono:  Pico durante as primeiras hs do sono.  Pode ocorrer: terror noturno, enurese ou sonambulismo.  Equivale à crises convulsiva (fase crônica, sômia e resolução).  Está dormindo e ñ se lembra das crises.  A bedida, luz de boate, hiperpnéia: ¯ limiar de convulsão.  Faz eletroencefalograma  (durante a noite inteira)  Alguns necessitam da Polissonografia, cardiograma, PCO2, mov. das pernas, endurecimento do pênis.  Trat//: anti-convulsante Gardenal, Hidantal.

 

Þ10 características da higiene do sono

1.     O sono ñ depende da vontade, deve vir natural//

2.     Durma se necessário

3.     Se ñ consegue conciliar o sono, é melhor fazer alguma coisa agradável

4.     Pratique exercícios físicos longe da hora de dormir

5.     A fome pode causar insônia

6.     Chás, facilitam o sono

7.     Bebidas alcóolicas, café: dificultam o sono

8.     Contar carneirinhos de 100 p/ baixo facilitam o sono

9.     Ao deitar relaxe e pense em coisas amenas.  Procurar evitar pensamentos negativos

10.  Principal medicam// usados na insônia: Dormonid (mv curta - 2 h); Noctal (mv média - 8 h); Flunitrazepan (mv longa - 30 h)

-- D q. precisam usar contin//, faz associação: Levomeprazina, Neozina, Amplictil

 

Distúrbios de Ajustamento:

A-   É resposta comportamental patológica o fator estressante psicossocial, resultando em comprometimento do desempenho social ou vocacional.  Fatores estressantes: nascimento de um filho, sair de casa p/ ir a escola, casamento...

B-   Epidem.: + freq/ no adolescente, mas qquer idade.

C-    Etiologia: biológica, psicossocial, genética.

D-   Sinais/Sintomas: início dento de 3 meses do fator estressante, durando por + 5 meses, podendo levar: depressão, ansiedade, emoções mistas, inibição profissional ou comprometimento do desempenho, retraimento, queixas físicas (cefaléia, fadiga), dist/ de conduta.

E-    Diagnóstico Diferencial: estresse pós-traumático; luto.

F-    Evolução: Os sintomas ¯ c/o passar do tempo, sem trat//, principalmente qdo retirado o fator estressante.  São poucos ps que apresentam um a evolução crônica, c/ risco de depressão secundária, ansiedade.

G-   Trat//: Psicoterapia (1ª escolha); Farmacológicos (ansiedade/depressivo)

 

Sono e Envelhecimento:  Relato Subjetivo dos idosos.

- ­ no período distendido na cama

- ­ nº de despertares noturnos

- ­ tempo p/ adormecer

- insatisfação c/ sono

cansaço e sonolento durante o dia

- evidências objetivas relacionadas a idade

- redução do tempo total de REM

- redução dos est. 3 e 4

- despertares freqüentes

- necessidade de vigília durante o dia

 

Distúrbio do sono: Componentes: tomada de decisões pessoais;  auto consciência; examinar suas ações e saber suas conseqüencias; monitorar a conversa  interior; encontrar formas p/ evitar medo; lidando c/ stress; empatia; dinâmica de grupo;  visão interior ou insight; soluções de conflito; comunicação; autodiposição; aceitividade.

 

Tipos: Dissonia: insõnia (depressão e psicose); hipersonia (sono noturno insuficiente); distúrbio do ciclo de hipervigília.

Parassônia: sonambulismo; bruxismo (ranger dos dentes); apnéia do sono; temores noturnos; asma; crises epiléticas; pesadelo.

 

Estágios do sono:

1. Vigilia: ondas B, eletroencefalograma, ondas baixa voltagem e alta freqüência.

2. Sonolência: freq/ 8 a 10 ciclos, predomínio da região occipital.

3. Estágio 1: ondas tetra, 3 a 7 seg. Estágio 2: ondas de maior identificação, complexas. Estágio 3 e 4: ondas delta 2 a 2,5 seg.

4.     Sono REM: (mov. oculares rápidos) aparece qdo D sonha.  Características: variação de temp/, intumescência peniana e clitoridiana, redução da estimulação hipercarpnia, inibição tônica da musculatura esquelética.

 

Þ Distúrbos do controle de impulsos:

A-   Definição: incapacidade de resistir a agir de acordo c/ impulsos ou pulsões perigosas p/ outros Ds ou p/ si, caracterizaado por uma sensação de prazer quando são satisfeitos os impulsos.

B-   Etiol/: desconhecida, + em mulheres.

C-   Psicodinâmica: impulsos relacionados à necessidade de expressar impulso sexual ou agressivo.

D-   Diag/: distúrbio bipolar (mania), epilepsia de lobo temporal, abusos de subst/ psicoativas.

E-    Tipos: a) intermitente; agressão resultando em lesão em outros Ds.        b) cleptomania; furtos repetidos de objetos ñ necessários.  c) jogo patológico; episódios repetidos de envolvimento em jogos, resultando em dívidas, atividades ilegais, mais em homens.                d) piromana; impulso irresistível de pôr fogo, q. alivia a tensão interior.   e) tricotilomania: arrancamento compulsivo de cabelos e pêlos, com sensação de gratificação ao faze-lo,  +   mulheres.  f) trat//: a) intermitentes: farmacoterapia e psicoterapia combinadas.  b) cliptomania: psicoterapia orientada p/ insight p/ compreeeder as motivações e terapia comportamental (novos padrões de comporta//)   c) jogo patológico: psicoterapia orientada p/ insight + grupo de apoio de indivíduo semelhante. d) piromania: terapia orientada p/ insight, terapia comportamental (internação quando grave) e) tricotilomania: psicoterapias de apoio e orientadas para insight, pode  haver  necessidade de medicação (benzodiazepínicos).

 

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